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Gestão da Permanênciaabril 06, 2018 - Por Fabio Nascimento

Perdendo candidatos para a concorrência? Saiba como resolver esse problema.

Olá. Tudo bem? Que bom compartilhar este conteúdo com você, pois o tema de que trataremos aqui sempre desperta uma reflexão sobre os últimos processos seletivos e o período de rematrículas. Para as instituições de Ensino Básico e Superior e até mesmo para escolas de idioma, essas são as “estações” do ano mais propícias a ganhar ou perder alunos. O que vai colocar a instituição de ensino em posição de ganho é a sua disposição de olhar para dentro, identificar as falhas e as oportunidades que não estão sendo miradas e se armar, com todas as ferramentas e as possibilidades que o mercado oferece ao segmento educacional.

Perder candidatos para a concorrência significa perder alunos, que implica perder o aumento da receita e, consequentemente, perder investimento, uma vez que provavelmente foi investida uma quantia relevante em comunicação e marketing para garantir a geração de leads.

Mas, afinal, como resolver esse problema?

Vamos por partes. Vivemos em um cenário real de jovens que não esperam, imediatistas, que precisam de respostas rápidas. De acordo com uma matéria veiculada pela Época Negócios (leia aqui), os jovens não sabem lidar com frustações e precisam, inclusive, de mentores para apoiá-los em momentos de novas descobertas – a descoberta profissional é uma delas, mas a acadêmica a antecede.

Após viver, em média, 13 anos na escola, os jovens se deparam com uma importante tomada de decisão: “qual faculdade e curso vou escolher?”. Por isso, é preciso garantir que, durante o atendimento, eles obtenham respostas – não necessariamente para todas as perguntas, mas para a maioria delas.

As escolas, por sua vez, precisam vestir as capas de pai e mãe, sentir as suas reais necessidades e compreender as suas buscas, quando caminham ao encontro da escola ideal, afinal, ela contribuirá diretamente para a formação dos seus filhos. “Qual é a metodologia utilizada? Como o meu filho se sentirá no dia a dia? Ele será acolhido?” Partimos do princípio básico que, se desde o início os pais não se sentirem acolhidos e confiantes, haverá apenas dois caminhos: ou não matricularão os seus filhos ou os tirarão da escola na primeira oportunidade.

Em busca do encontro perfeito, inicia-se o processo de escolha. Primeiro, uma pesquisa das instituições de ensino; em seguida, a identificação com algumas e a busca de informações por meio do atendimento; e, enfim, a segurança necessária para que seja tomada a decisão. Ops… alguém disse atendimento?

Ainda há pouco realizamos uma breve descrição sobre o perfil da nova geração e falamos sobre o imediatismo. A prova de que ele existe e de que temos, então, uma grande oportunidade, que merece um olhar estratégico, é que a nossa taxa de conversão de candidatos que recebem um atendimento em até 15 minutos após a manifestação do seu interesse é de 75%, enquanto que a de outras empresas atinge uma média de 30%.

Essas informações, aliadas ao perfil dos jovens que hoje ingressam nas instituições de ensino, trazem uma compreensão clara: o atendimento planejado, estratégico e humanizado é uma ferramenta poderosa que proporciona aos candidatos as condições essenciais para garantir a sua conversão e não deixá-los disponíveis para a concorrência.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado, até logo!

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