Gestão da Permanênciasetembro 20, 2018 - Por
Falar que o perfil dos jovens mudou, apesar de ser verdade, já está virando clichê. O assunto, que estimula a mudança de diversas vertentes de negócio, é importante e um fator que tem sido considerado, inclusive, na hora de pensar e desenvolver novos produtos e serviços.
Contudo, não é só o perfil dos jovens que mudou. O mercado e a economia também se transformaram e exigem desses jovens prioridades e competências diferentes do que se exigia há dez anos. Por isso, a mudança nas instituições de ensino também é essencial, conforme propõe a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Tudo isso em prol de uma adequação à realidade na qual vivemos.
Pensemos, então, em todo o atual cenário, incluindo as mudanças de perfil dos jovens, do mercado e da economia, além, é claro, das novas regras da BNCC e busquemos alternativas que garantam o envolvimento dos alunos nas aulas e proponham benefícios a ele e também à instituição de ensino, pois, como já sabemos, o engajamento reduz a evasão.
Mas como garantir esse envolvimento?
Metodologias de ensino reconhecidas pelo MEC propõem que a montagem da grade curricular seja realizada pelo próprio aluno(a) a partir de assuntos oferecidos pela coordenação, assim, ele se conecta e vê mais sentido no que está aprendendo, afinal, quem nunca se perguntou por que estava estudando algo se nunca mais usaria aquilo na vida? Esse é outro ponto a se pensar.
Estudantes envolvidos geram resultados dentro e fora da sala de aula, enquanto a instituição conquista melhores resultados financeiros – considerando a permanência desse aluno –, além do institucional, uma vez que a formação desse aluno é levada para outros contextos e reconhecida pelo mercado que o recebe.