Qual é a relação entre o BLOX e a Reforma do Ensino Médio proposta pelo governo brasileiro?  

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Quando se pensa ou se discute sobre esse tema, a repercussão é de lei, mas parece impossível apenas observar os projetos e as notícias sem expressar as próprias percepções: algumas extremamente positivas, outras, nem tanto. O fato é que hoje esse é um dos assuntos mais falados no mundo da educação.

Para tentar aproximar a escola do universo real dos jovens estudantes, com uma grade de estudos mais atrativa, e reduzir as taxas de evasão, a Reforma já prevê a flexibilização do currículo por meio da disponibilização de matérias optativas e o enxugamento da quantidade total de disciplinas oferecidas. 72% dos envolvidos aprovam as mudanças e acreditam no impacto positivo para as próximas páginas que serão escritas na história da educação brasileira.

Uma das primeiras mudanças sugeridas é a garantia de conteúdos comuns no primeiro ano e ofertar, no segundo e no terceiro ano, áreas de especializações. Na visão da reforma, as matérias cursadas por um(@) alun@ não essencialmente serão as mesmas de outr@ nos dois últimos anos. Mas isso provavelmente você já sabe. E do BLOX já ouviu falar?

É uma metodologia reconhecida pelo MEC que transforma a grade curricular tradicional em um sistema gameficado de educação por competência, no qual @ alun@ escolhe o que, como e quando estudar. Por mais que essa metodologia pareça ser tão diferente e disruptiva, é praticamente padrão nos Estados Unidos e tem uma proposta parecida com a da Reforma do Ensino Médio, entendendo que é necessário adaptar a forma de dar aula, para se ajustar a nova economia e ao novo perfil dos jovens. Além disso, a proposta é favorecer as instituições de ensino, a fim de reduzir a evasão e os problemas das turmas deficitárias, porém esse é um longo assunto de que falaremos em breve.

Sobre essa primeira sugestão da Reforma, a diferença é que, no BLOX, não são as matérias que são obrigatórias, e sim, as áreas de especialização. No BLOX, @ alun@ tem 40% de escolha livre, enquanto que 60% são áreas específicas: básico, que se refere a conteúdos básicos;  técnico, que contempla conteúdos de áreas específicas; quantitativo, que é relacionado a conteúdos lógicos, estatístico e exatos; e complementar, em que o estudo tem caráter interdisciplinar.

A Reforma do Ensino Médio obviamente prevê as mudanças apenas para a educação básica, enquanto a metodologia ofertada no mercado atende toda a jornada acadêmica d@ alun@, desde o Ensino Básico até o Ensino Superior.

Contudo, é notório que o mercado de educação já estava olhando para essas mudanças, inclusive, antes da proposta do governo. A resistência é natural, o encantamento, também. Mas anote essa palavra: BLOX. Você ainda vai ouvir falar muito dela.

Até a próxima!

Grupo Unite