O que você não sabe sobre a DIVERSIDADE nas instituições de ensino

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Se você nunca parou para pensar em como a diversidade se faz presente nas instituições de ensino, prepare-se para uma grande surpresa, pois ela acontece o tempo inteiro, desde em situações sutis e imperceptíveis, até nas mais determinantes. Inúmeras vezes, a falta de conscientização sobre a diversidade influencia diretamente os comportamentos e os resultados, porém o oposto disso também merece atenção (e o nosso coração), pois, quando o tema é visitado dentro das instituições, percebe-se uma transformação extremamente valiosa e contributiva para o desenvolvimento de todas as pessoas que fazem parte dessa esfera, e os resultados são inevitáveis. Mas deixemos para falar deles lá na frente, porque o importante agora é entendermos como ela está presente.

A diversidade pode ser analisada de diferentes perspectivas, entre elas: gênero (homem/mulher), orientação sexual, etnia, religião, classe social e deficiência. No Brasil, 52% da população é de mulheres, cerca de 20 % do público consumidor é LGBT e 45%, possui algum tipo de deficiência. Esses são apenas alguns dados estatísticos que garantem às instituições de ensino: há um oceano azul que precisa ser explorado, trabalho e cuidado.

A diversidade, ou a falta de conscientização sobre ela, é notória nas relações humanas, entre os próprios alunos, entre professores e alunos, professores e professores, na gestão, enfim, nas relações entre pessoas. Como exemplos são sempre bem-vindos, vamos citar um e desafiamos você a encontrar o erro, pode ser?

“Juliana é deficiente física e por isso não conseguirá realizar a atividade em grupo para a produção do trabalho – disse o professor”.

Encontrou o erro? Bom, então vamos lá! Não é só a falta de planejamento da atividade que deixou de inserir a Juliana, pois, além disso, o professor não utilizou a terminologia correta e a estudante se sentiu bastante ofendida com o adjetivo que lhe foi atribuído, o certo é dizer “Juliana possui uma deficiência física”. Uma forte conscientização capaz de apoiar o planejamento do professor e instrui-lo a utilizar as terminologias corretas não causaria um desconforto tão grande em sua aluno.

A Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil, realizada pela Secretaria da Educação em 2016, revelou que 60,2% dos alunos se sentem inseguros dentro das instituições de ensino em razão na sua orientação sexual. Um número considerável, que abre espaço para uma importante reflexão: as instituições de ensino consideram a diversidade em seu planejamento e nas relações humanas?

Fique à vontade para compartilhar a sua reflexão com a gente!

Abraços e até logo!

Grupo Unite