Como aumentar o volume de matrículas de alunos e garantir a entrada durante o ano todo?

matricula_de_alunosTodas as quedas exigem, de quem cai, esforços para se levantar novamente. Neste texto, vamos falar da queda de matrículas de alunos, que, em 2016, representou 2,5% no Brasil (e isso significa muito). Os dados revelados pelo Ministério da Educação nos mostraram que os cursos presenciais das instituições privadas brasileiras sofreram fortes impactos, ao ponto de levá-las a um esforço maior e inovador para se reerguerem e minimizarem os abalos que esse indicador lhes causou.

Para se levantarem, grandes instituições encontraram uma solução em comum que as tem ajudado a solucionar parte dos problemas. A oferta de mais cursos e, consequentemente, de mais vagas, diminui os impactos e, em contraponto, abre espaço para a existência de turmas deficitárias, uma vez que se tem notado uma ocupação menor das salas.

Para outras instituições, o desafio tomou um rumo diferente. Algumas delas, como a Universidade de Caxias do Sul (UCS)a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) anunciaram, no final de 2017, obras e ações que visam transformar a dinâmica das aulas e aspectos da convivência entre alunos e professores. A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e o Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) também fazem parte da lista das cinco instituições gaúchas com maior número de matrículas na graduação e promoveram alterações nos currículos dos cursos que passarão a valer ainda este ano.

Mas como essas inovações podem aumentar o volume de matrículas? A resposta é simples: elas dão aos alunos o que eles querem e precisam. No nosso último post (clique aqui), falamos sobre a nova metodologia 100% reconhecida pelo MEC, que garante aos estudantes a liberdade de escolha das matérias que estão verdadeiramente alinhadas com os seus objetivos pessoais e profissionais. Ou seja, além de atrair mais alunos, a estratégia é uma forma de automática de reduzir a evasão.

E como garantir a entrada de alunos durante o ano todo? Vamos lá. Esse é o ponto forte para o fim das turmas deficitárias, fenômeno unânime entre as faculdades. Turmas deficitárias são salas de aulas não preenchidas, é quando a capacidade (física e metodológica) não é atendida, por exemplo: uma sala de aula preparada para atender 50 alunos que atende somente 30. Resumindo, é mais ou menos o que acontece com a primeira solução que mencionamos no início do deste artigo.

Para que isso não ocorra, o ideal seria que cada sala de aula fosse um curso 100% preenchido de alunos. E esse curso deveria ser bimestral, e não semestral, que seria ofertado novamente a cada dois meses, abrindo novas turmas. No final, os cursos dessa grade, que, como fizeram as faculdades citadas, são mais dinâmicos e atrativos, estarão sempre preenchidos e se alternando e captando alunos para o modo presencial, em quatro diferentes ciclos.

Uau! Parece difícil não aumentar o volume de matrícula de alunos assim, né?

Você acabou de conhecer uma das características da metodologia 100% reconhecida pelo MEC que já está funcionando. Bacana, não é? Tem um bando de gente (apaixonada) olhando para a educação do nosso país.

Em breve, traremos um novo conteúdo sobre o BLOX, a metodologia que faz tudo isso acontecer. 🙂

 

Até logo!

 

Grupo Unite